Hoje quando tento me encontrar te vejo em tudo. A mesma dor, as lembranças das promessas vazias, tão vazias que nem mesmo você acreditava, das juras de amor que me faziam sonhar e que com o tempo foram me dominando.
Por mais que eu tente não consigo entender como pude me entregar a um amor tão esnobe, um amor incapaz de amar, de fazer feliz, de se permitir ser feliz.
“Parabéns para você, que por algum momento desacreditou no amor. Que sofreu, chorou, mas percebeu que é preciso continuar – de algum jeito ou alguma forma. Que é preciso ter fé, pois o que tiver que ser a vida se encarrega de fazer. Que não consegue ler letras duras, mas que foi obrigada a digerir frases pesadas.” — Clarissa Corrêa (via segredosdeumpoeta)